Em muito se fala de AI, Agentes e muito mais, nas mesas de reuniões e gerências das empresas, seja elas grandes ou pequenas mas o chão de fabrica, onde é produzido todo aquilo que é vendido, negociado, acordado com urgência onde esta sendo implantando as AI os agentes?
Vejo em sua totalidade uma série de planilhas, papeis e pranchetas espalhadas pelas fabricas, nas mesas dos encarregado e gerentes e isso precisa mudar.
O ponto de partida para qualquer transformação digital robusta não é a tecnologia de ponta, mas sim o mapeamento cirúrgico dos processos de valor. Antes de automatizar ou aplicar qualquer agente inteligente, é fundamental entender exatamente onde estão os gargalos, os desvios e as informações que estão sendo perdidas na transição do papel para o sistema.
É preciso, portanto, encarar a tecnologia não como um destino, mas como o vetor de otimização dos fluxos existentes. A estratégia mais eficaz não é a implementação *de* AI, mas a implementação *com* a realidade do negócio, garantindo que a tecnologia resolva problemas operacionais reais, e não apenas queira resolver problemas.
O verdadeiro desafio de gestão é transformar o conhecimento tácito — aquele que está na cabeça dos operadores mais experientes, escrito em anotações e conversas — em dados estruturados e acessíveis. Somente mapeando o fluxo físico e o fluxo de informação em conjunto é possível desenhar um modelo digital coeso e realmente escalável.

